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“Minecraft” na sala de aula–moldando ideias no ensino especial

 

Antes de mais, há que precisar o uso das aspas no título. Utilizamos o termo “Minecraft”  como forma de identificação do género, pois videojogo em utilização é o Manic Digger, cuja versão gratuita corre numa aplicação própria e não num browser, o que aumenta o desempenho. Para obter o mesmo resultado no Minecraft seria necessário possuir uma versão paga, o que traria várias outras vantagens, existindo inclusivamente uma versão direcionada à educação.

Quando comecei a utilizar este videojogo na sala de aula, recorri a referenciais esquemáticos  onde as medidas estavam explícitas de forma mais ou menos clara.

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Os problemas colocados aos alunos nas últimas aulas têm partido de referenciais que carecem de maior capacidade de interpretação. Pede-se que o aluno trabalhe a partir de uma ideia, como foi o caso da construção de um igreja e de uma árvore de natal a partir apenas do conceito que os alunos possuíam das mesmas.

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Esta abordagem coloca, assim, um outro tipo de desafio, pois o aluno trabalha sem a existência de um referencial externo concreto, indo cada discente conceber formas muito diferentes, que dependem tanto das suas noções, como da sua capacidade de concretização de ideias no videojogo.

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As interpretações dos alunos variam substancialmente, o que  pode ser utlizado como um instrumento diagnóstico e/ou ferramenta de desenvolvimento cognitivo em educação especial. De resto, o Minecraft já incorpora o currículo em vários países.

 

One response to ““Minecraft” na sala de aula–moldando ideias no ensino especial

  1. a's avatarkixty9 2014/03/09 às 20:41

    Poderia-se utilizar o Minecraft pirateado. Meu blog ensina como obtê-lo.

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