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— João Freitas (@J_L_Freitas) October 20, 2024
Blog de partilha de experiências educativas
Antes de mais, há que precisar o uso das aspas no título. Utilizamos o termo “Minecraft” como forma de identificação do género, pois videojogo em utilização é o Manic Digger, cuja versão gratuita corre numa aplicação própria e não num browser, o que aumenta o desempenho. Para obter o mesmo resultado no Minecraft seria necessário possuir uma versão paga, o que traria várias outras vantagens, existindo inclusivamente uma versão direcionada à educação.
Quando comecei a utilizar este videojogo na sala de aula, recorri a referenciais esquemáticos onde as medidas estavam explícitas de forma mais ou menos clara.
Os problemas colocados aos alunos nas últimas aulas têm partido de referenciais que carecem de maior capacidade de interpretação. Pede-se que o aluno trabalhe a partir de uma ideia, como foi o caso da construção de um igreja e de uma árvore de natal a partir apenas do conceito que os alunos possuíam das mesmas.
Esta abordagem coloca, assim, um outro tipo de desafio, pois o aluno trabalha sem a existência de um referencial externo concreto, indo cada discente conceber formas muito diferentes, que dependem tanto das suas noções, como da sua capacidade de concretização de ideias no videojogo.
As interpretações dos alunos variam substancialmente, o que pode ser utlizado como um instrumento diagnóstico e/ou ferramenta de desenvolvimento cognitivo em educação especial. De resto, o Minecraft já incorpora o currículo em vários países.
Poderia-se utilizar o Minecraft pirateado. Meu blog ensina como obtê-lo.